 |
|
 |
|
 |
urbanidade
O cemitério da fama
Alberto Milfont Júnior quis ser várias coisas quando era criança
e adolescente: jogador de futebol, cantor, violonista e até
clown. Vivia repetindo: “Vou ser famoso”. Adulto, desistiu
do projeto de celebridade. Não tinha carreira definida e,
aos 23 anos, entregava pizza à noite para sobreviver. O assassinato
que sofreu dentro das Casas Bahia, no dia 10 deste mês, lhe
garantiria apenas uma fugaz publicidade -afinal, não é novidade
em seu bairro a morte de jovens.
|
|
|
 |
|
|
|
| |
| capital
humano
Renda do negro é metade
da do não-negro
O
trabalhador negro (preto e pardo) ganha apenas cerca
da metade do que o não-negro (branco e amarelo) recebe
na Grande São Paulo. São R$ 4,36 por hora, em média,
contra R$ 7,98, segundo pesquisa realizada pela Fundação
Seade e pelo Dieese. Quanto maior o nível escolar, maiores
as disparidades. O rendimento real do indivíduo negro
que não concluiu o ensino fundamental é de R$ 3,44 por
hora, e o do não-negro, R$ 4,10 -uma diferença de 19,2%.
Àudio
dos comentários
|
 |
 |
|
pensata
Obama e a ex-futura prostituta de Brasília
Barack
Obama está sendo pressionado a matricular suas duas
filhas numa escola pública de Washington --talvez seja
mais fácil um negro se eleger presidente do que ele
aceitar essa pressão. Afinal, as escolas públicas daquela
cidade são conhecidas pelo péssimo desempenho, violência,
drogas, especialmente entre os negros. Mas, na semana
passada, começou a ser desenhada uma experiência para
oferecer a Alberto Milfont fama eterna. A experiência
vai ocorrer justamente no cemitério em que ele está
enterrado -dali, a idéia deve se espalhar.
|
|
|
|
 |
|
|
|
| |
|
|
|
|
|